O acusado Antônio foi preso quando tentava pagar a despesa com uma cédula de R$ 50,00 (cinqüenta reais) falsa, e ao ser abordado pelo destacamento local, informou que havia recebido a cédula de um companheiro de nome Elieldo, que o deixou em Jericó, e que provavelmente teria retornado para a cidade de Brejo dos Santos – PB, onde reside. Foi apreendida também uma outra cédula de R$ 50,00 (cinqüenta reais), que havia sido passada em um supermercado local, totalizando a quantia de R$ 100,00 (cem reais) em moedas de falso valor. Após a prisão do acusado, o mesmo foi conduzido juntamente com as cédulas falsas para a 8ª SRPC, em Catolé do Rocha – PB, onde foi entregue ao delegado plantonista para as devidas providencias. Diligências continuam no sentido de prender o comparsa do acusado.
17 de março de 2008
Furto de Veículo em Água Branca
A vitima Maria Gouveia havia estacionado sua moto Honda CG 125 de cor vermelha na rua Padre Aristides no centro de Água Branca tendo viajado a cidade vizinha de Jurú a negócios, e ao regressar o veiculo, não se encontrava mais, contudo a vitima apenas por volta das 15h30min. Procurou a Polícia para prestar queixa. A Polícia Militar ao tomar conhecimento do fato efetuou diligências, mais até o momento sem êxito.
Acusado de latrocínio foi preso por PM´s da 2ª Companhia de Polícia do 3º BPM
João Paulo da Silva foi preso na cidade de Mato Grosso, após ser apontado por Francisco de Assis, como sendo o autor do latrocínio contra Lúcia Raimunda, fato ocorrido na madrugada do dia 16/03/08. Francisco de Assis, que era o principal suspeito da morte de Lúcia, relatou que teria sido ameaçado de morte pelo acusado, se contasse que teria visto o mesmo saindo com um revólver na mão da casa da vítima, morta com golpes de pauladas na cabeça. Segundo Francisco, que o hábito de colher acerola em seu terreno todos os dias pela manhã, foi nesse momento que avistou o acusado saindo do local do sinistro, sendo obrigado a confessar o crime para não ser morto pelo acusado do fato. Policiais da 2ª Companhia do 3º Batalhão, prenderam João Paulo da Silva e conduziram até a 8ª SRPC, onde foi entregue ao delegado de Plantão.
Como funciona o Revólver ?

Os primeiros revólveres usavam pólvora, balas e cápsulas como as antigas pistolas de cápsula explosiva. O atirador carregava cada uma das seis câmaras no cilindro com pólvora e um projétil e depois posicionava seis cápsulas explosivas nos bocais correspondentes. Embora o procedimento de carregamento fosse tedioso, um atirador poderia ter seis rodadas totalmente preparadas com antecipação.
Na década de 1870, esses modelos foram substituídos por revólveres que usavam cartuchos de cilindro, em vez de pólvora e cápsulas. Os cartuchos são uma combinação de projétil (a bala), propulsor (por exemplo, pólvora) e estopim (a cápsula explosiva), todos encerrados em uma cápsula metálica. 

Em um revólver moderno, os cartuchos são carregados em seis câmaras, cada uma podendo ser posicionada na frente do cano da arma. Um martelo carregado por mola é posicionado no outro lado do cilindro, alinhado com o cano. A idéia é armar o martelo para trás, alinhar um novo cartucho entre o martelo e o cano e, em seguida, liberar o martelo puxando o gatilho. A mola lança o martelo para frente, atingindo assim, o estopim . O estopim explode, inflamando o propulsor que expele o projétil para fora do cano.
O interior do cano é forrado com estrias espiraladas que giram a bala para dar estabilidade. Um cano longo proporciona estabilidade, visto que gira a bala por mais tempo. A extensão da munição aumenta também a velocidade desta, pois a pressão do gás acelera o projétil por um período de tempo maior.
Nos primeiros revólveres, o atirador tinha que puxar o martelo para trás antes de cada tiro, e então puxar o gatilho para liberá-lo. Nos revólveres modernos, um simples puxão no gatilho força o martelo para trás e o libera.
O interior do cano é forrado com estrias espiraladas que giram a bala para dar estabilidade. Um cano longo proporciona estabilidade, visto que gira a bala por mais tempo. A extensão da munição aumenta também a velocidade desta, pois a pressão do gás acelera o projétil por um período de tempo maior.
Nos primeiros revólveres, o atirador tinha que puxar o martelo para trás antes de cada tiro, e então puxar o gatilho para liberá-lo. Nos revólveres modernos, um simples puxão no gatilho força o martelo para trás e o libera.
A duração da popularidade dos revólveres se dá pela simplicidade de seu desenho. Tudo se encaixa tão bem, que é muito raro as armas emperrem. E visto que elas são feitas com um número relativamente pequeno de partes, torna-se relativamente barata a sua fabricação
Dados Operacionais
- 12h30min
Nosso Sistema registrou um total de 06 (seis) ocorrências atendidas na cidade de Patos, sendo todas elas de Escolta de Presos.
Início de dia sem ocorrências
- 06h30min
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