27 de junho de 2008

Agricultor mantém relações sexuais com menor de 11 anos no município de Diamante e foge com a mesma ao ser descoberto

As 19h20min de ontem (26/06) compareceu à Delegacia de Polícia Civil de Diamante - PB, a Srª. Solange, doméstica, 28 anos, residente no Sítio Pombinho e informou que vive maritalmente com FRANCISCO CLEUDO GONÇALVES DE MOURA, 35 anos, agricultor. Narrou a solicitante que há oito (08) dias que sua filha P.R.B., estudante, 11 anos, havia sido levada a sua residência onde iria passar o período de recesso escolar em sua companhia, pois a mesma é fruto de outra relação já desfeita e reside com os avós maternos no município de Boa Ventura - PB. O fato, objeto desta denúncia inicia-se quando sua filha lhe fez a revelação de que durante o período em que se encontrava em sua companhia vinha mantendo relações sexuais com o seu “padrasto” forçadamente. A senhora Solange, tomada de perplexidade com a notícia que acabara de receber, procurou o seu companheiro para saber a veracidade da história contada pela menor. E o que mais lhe causou surpresa foi a afirmação de José Cleudo quando disse "Já, por várias vezes mantiveram relações de intimidade", e que ela (mãe) a partir daquele momento que estava sabendo de tudo não procurasse a Polícia pois ele mataria a criança e depois cometeria suicídio. E com tamanha frieza disse ainda: “Isso não tem nada não, eu caso com ela”.
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A mãe denunciante deslocou-se à cidade com a intenção de levar o fato ao conhecimento de seus familiares, porém quando do seu retorno por volta das 14h00min não encontrou em casa seu companheiro nem tampouco sua filha e desesperada com a situação que ora passava, supôs que José Cleudo tivesse fugido levando a criança consigo. Em conseqüência do fato e sem outra “saída” a denunciante temerosa que o infrator cumprisse o que prometera retornou à cidade onde relatou o ocorrido ao policiamento local que cientificou a Autoridade Policial plantonista para que fossem adotadas as providências necessárias onde foi iniciada diligências no sentido de capturar o acusado até o momento sem êxito.