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29 de outubro de 2009

O Curso - Para ser Choque Tem que Ter Determinação

Para se tornar um integrante do CHOQUE existe algumas dificuldades, alguns testes a serem feitos para assim os soldados do pelotão estarem aptos a vencerem qualquer dificuldade imposta pelo terreno ou situação inesperada da ocorrência.

Desde o ano de 2000 o Estágio Avançado de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga (EAOSAC), e tornou-se obrigatório para todos os integrantes do grupo, além de ser um dos mais difíceis cursos de sobrevivência do estado, “nossos soldados devem estar prontos para as mais diversas situações e no curso buscamos nos aproximar o máximo possível da realidade, para testarmos o desempenho de suas habilidades nas situações mais criticas que possa existir” explicou Capitão Campos Comandante do Pelotão de Choque e Instrutor do Curso.

O Choque hoje é uma das tropas mais capacitadas do sertão paraibano e devido ao seu treinamento é requisitado nas mais diversas tarefas em uma grande área da Paraíba. “Somos testados nos nossos limites, passamos por dificuldades e treinamentos exaustivos, mas quando terminamos e saímos para trabalhar vemos que era preciso, exigem de nós durante o trabalho e não podemos falhar, é preciso estarmos prontos para qualquer situação”, Comenta Soldado Ribeiro Integrante do Choque.

O curso da acontece uma vez por ano e todos os integrantes do pelotão de choque, que são em media 30 militares, participam dessa especial de atualização dos meios de sobrevivência, fazendo assim o Choque uma das mais preparadas subunidades do 3º BPM.

21 de outubro de 2009

“Somos Iguais” - CHOQUE

“Não há diferenciação de trabalho nem de tarefas, fazemos o que nos é passado e somos tratadas de igual para igual”, exaltou a soldado Rosângela integrante do CHOQUE.

O CHOQUE é tido como uma unidade tática da Polícia Militar, onde os militares são treinados a resistirem as mais difíceis situações que possam vir a enfrentar na busca por um criminoso. Ao olhar assim pode parecer que ninguém desejaria estar nestas situações, principalmente uma mulher, mas as coisas não são o que parecem ser.

“Sempre foi meu sonho ingressar no CHOQUE, desde que entrei na polícia militar tinha essa vontade. Sempre achei a unidade um grupo unido, uma família que tem os mesmos objetivos”, comentou soldado Valéria.

Hoje a unidade tem cede em algumas cidades do estado e na cidade de Patos, no sertão paraibano, o Choque é bem visto pela sociedade, em conseqüência dos diversos trabalhos que são realizados por eles. Em meio às essas operações existem duas mulheres pioneiras no sertão engajadas no CHOQUE.

Nos sentimos orgulhosas em participar dessa corporação e sermos as primeiras mulheres, as pioneiras nessa corporação que dentre tantas dificuldades tem e busca os mesmos objetivos, a segurança da cidade. Rosangela e Valeria soldados do Pelotão de policia mento de CHOQUE da cidade de patos.

15 de outubro de 2009

O Início - Pelotão de Policiamento de CHOQUE


Desde a data de 1995, o 3º BPM de Patos e região disponibilizam de um serviço especial de segurança, o CHOQUE, que foi criado com objetivo de suprir a necessidade que a polícia militar sertaneja tinha em operações especiais na caatinga.

Mas, nem sempre o Pelotão de CHOQUE trabalhou assim, nem muito menos foi chamado assim. No ano de sua criação (95), chamado de Grupo de Operações Especiais (GOE), onde teve como primeiro comandante o então Tenente Célio, que tinha em suas mãos a missão de comandar uma unidade especial para combater o crime na região do 3° BPM. O grupo não possuía táticas de caatinga e se resumia a trabalhos urbanos.

No do ano de 1997, com crescente número de assaltos à carros forte, Major Morais comandante do batalhão na época, transformou o GOE no GAPE (Grupo de Apoio Policial e Escoltas), com o apoio da empresa Nordeste Segurança de Valores na concessão de quatro viaturas locadas para promover as escoltas dos carros forte.

No ano de 2000, o Comando Geral resolveu investir na formação profissional dos policiais do interior, designando o então Tenente Campos, para freqüentar o Curso Intensivo de Operações e Sobrevivência em Área De Caatinga (CIOSAC), na Polícia Militar de Pernambuco. O Tenente Campos tendo concluído com êxito o curso, foi designado para assumir o GAPE. Com seu esforço, montou um Estágio Avançado de Operações e Sobrevivência na Área de Caatinga (EAOSAC), que tornou-se obrigatório para todos os integrantes do grupo a habilitação no referido estágio.

No ano de 2004, por uma determinação do Comandante Geral da época, passou a ser chamado PELOTÃO DE CHOQUE, e recebeu vários outros tipos de treinamentos, sendo hoje a única tropa totalmente capacitada para combater na caatinga as ações criminosas praticadas pelas quadrilhas que assaltam as agências bancárias no sertão do estado.